Captain America: Reborn #1[review]
Se você não mora numa bolha [e se você não é um geek de quadrinhos], você sabe que o clássico Capitão América, Steve Rogers, foi assassinado em Captain America #25.
Ou será que ele se mudou pra ilha do Elvis e do Jim Morrison?
Depois do tumulto, Bucky [é, aquele Bucky], tomou o manto do Cap e saiu distribuindo porrada nos inimigos. Aparentemente, o ciclo de Bucky pode tá chegando ao final com a minissérie de 5 edições que foi lançada ontem mesmo: Captain America: Reborn.
O Capitão América só é divertido quando ele tá nas mãos de algum roteirista pancada, como o Mark Millar, na minha opinião. Caso contrário, ele pode ser meio chato, com todo o seu patriotismo e histórias de guerra. Porém, o Ed Brubaker consegue equilibrar o personagem e fez algo ainda mais impressionante: revigorou o Capitão.
Em Reborn #1, a qualidade do roteiro de Brubaker se repete: conspirações, nazistas octagenários e viagens temporais fazem parte do rocambole que servirá de plataforma pro retorno de Steve Rogers. À essa altura fica fácil de especular de que até a edição #5, ele deve tá lutando lado a lado com Bucky, porém, qual será o destino de Bucky? Você se importa com ele?
A arte da dobradinha Bryan Hitch+Butch Guice lembra exatamente o trabalho realizado nos Ultimates, o que é legal. Bom saber que não sou o único fã desse design.
O que realmente importa, é que Brubaker traz uma história, que apesar de sua previsibilidade, tem grandes momentos e soluções inteligentes praquilo que todo mundo já tava esperando. Se bem que, enquanto o Ed Brubaker continuar assinando o título, não me importa quem usa o manto do Cap.


2 Responses to “Captain America: Reborn #1[review]”
By Cogo on Jul 7, 2009
Reenvigorou? É foda!
By Tag Brum on Jul 7, 2009
@Cogo: se fosse foda seria bom. é feio!