>>Harold and Kumar Escape From Guantanamo Bay

Escape From Guantanamo Bay é a continuação das aventures de Harold & Kumar Go to White Castle que é mais um filme na linha da comédia stoner do Cheech & Chong que de tempos em tempos Hollywood tenta reinventar.

Bem, reinventar já é exagero. Reintroduzir é a palavra correta. A Fox conseguiu segurar por 8 temporadas a série That 70’s Show, que basicamente, era sobre um grupo de maconheiros que vivian em Winconsin, nos anos 70. Tommy Chong participou da série, você sabe, para validá-la como stoner comedy.

Continuando de onde o outro filme parou, Harold marcou de se encontrar com Maria em Amsterdã e como Kumar é uma apendicite em sua vida, e como em Amsterdã tudo pode, ele, é claro, vai junto.

Os dois passam cerca de cinco minutos dentro do avião, rumo ao El Dorado de toda a farra, e Kumar resolve usar o seu bong, e como ele é de descendência hindu, os americanos white trash ouvem bomb e a merda tá feita.

Eles são presos e levados para um interrogatório com o amalgáma de tudo o que representa a administração Bush e sua política internacional, um cara que não vê um palmo a frente do seu nariz, estúpido e racista. Mas hey, eles não levam nenhum crítica a sério nesse filme e nem você deve fazer o mesmo. Esse evento cria uma das cenas mais clássicas do filme, que foi queimada no trailer.

Harold e Kumar são levados para a prisão em Guantanamo e logo conseguem escapar, coisa que você também viu no trailer e que é explícito no título. Depois da fuga os dois passam por um evento mais sem noção do que o outro, e o filme começa a tirar sarro de todos os esteriótipos americanos, sem dó de ninguém.

Como você também viu no trailer, Neil Patrick Harris está de volta como Neil Patrick Harris e se for possível ele está ainda mais chapado que da última vez. Mas não dar mais detalhes sobre sua participação que é um dos pontos altos do filme. Outra: a festa bottomless, que você pode conferir uma prévia na foto abaixo.

Harold e Kumar é um pseudo-filme de maconheiro no final das contas, pois apesar da premissa, eles acabam fazendo comédia com tudo que é feio nos Estados Unidos no velho lema “se a gente não ri da gente mesmo, como vamos rir dos outros?” e nisso os roteiristas detonam.

Rating: ★★★½☆

Comente Aqui